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 UM CÃO DE GUARDA COMO ALARME                                             

CÃO, COMO ALARME!


Do ponto de vista da segurança, os cães dividem-se em 3 grupos; de Alarme, de Guarda e de Ataque. Um cão, pode ser efectivamente um "alarme" razoável. Os seus sentidos apurados permitem que detetem, com naturalidade, pela audição, pelo olfato, a presença de pessoas que se aproximem de uma casa. 

Mas nem todos os cães servem!
Na verdade a expressão "cão de guarda" é usada de forma demasiado abrangente. Quando queremos um cão que nos avise da presença de intrusos, a expressão mais adequada é "cão de alarme", pois existem uma série de raças que apresentam características muito específicas que permitem classificá-los como especialmente adequados para o papel de cães de alarme.

Embora um cão possa contribuir para aumentar a segurança de uma casa, há que, antes de o ter, equacionar diversos aspetos: Custo, espaço, tempo disponível, equilíbrio entre as características de "companheiro" e de "guarda" etc.

Um cão poderá representar um acréscimo de segurança numa casa, todavia é importante ter a noção da sua real utilidade e das condicionantes envolvidas. 

Na nossa biblioteca de textos temos um que aponta algumas reflexões sobre o papel de um cão na segurança de uma casa. Se o quiser ler, clique aqui.


Não esqueça que independentemente da aptidão natural para dar o alarme, o cão deve ser ensinado por um profissional; a não dar falsos alarmes, a reconhecer as pessoas da família, os vizinhos etc. É um tipo de formação caro que apura comportamentos reativos do animal e diminui as atitudes de serenidade, brincadeira e afabilidade que fizeram do cão o animal de companhia favorito.